Entrevistas

dezembro 2015

Buddy Valastro 30 de dezembro de 2015

Buddy Valastro, o Cake Boss, é a nova sensação no Brasil. À frente da Batalha dos Confeiteiros Brasil, transmitido pela Rede Record, o apresentador e chef é conhecido por seus bolos cheios de referências e um tanto inusitados. O próximo passo é abrir uma loja no Brasil e continuar sua carreira de sucesso à frente dos realities shows. Confira mais sobre a Batalha dos Confeiteiros e o trabalho de Buddy na entrevista a seguir.


Em Foco: Buddy Valastro, o que você achou do “Batalha dos Confeiteiros Brasil”?
Buddy Valastro: Em todos os episódios do “Batalha dos Confeiteiros Brasil” é possível perceber e comprovar o talento dos participantes brasileiros. Além disso, eles demonstram ter uma paixão muito grande pelo trabalho que executam. Vale frisar que no programa eu não estou apenas procurando o melhor confeiteiro, mas também um profissional que tenha capacidade para administrar uma loja minha. Por essa razão, os participantes precisam apresentar uma série de habilidades.

EF: Qual a diferença entre os participantes brasileiros e os de outros países?
BV: Notei nos episódios da versão nacional do “Batalha dos Confeiteiros” que os participantes são movidos a emoção, mais do que os profissionais que participam dos programas norte-americanos, por exemplo. Os brasileiros choram, sorriem, festejam, é muito mais à flor da pele.

EF: Quais as suas impressões em relação aos participantes brasileiros?
BV: Fiquei muito feliz com os participantes brasileiros no “Batalha dos Confeiteiros”. O nível deles é bem alto, e eles realizaram um excelente trabalho. No Brasil, tive o prazer de comer a melhor sobremesa, mas também a pior delas.

EF: Você fala português? Como é a sua comunicação com os participantes do “Batalha dos Confeiteiros Brasil”?
BV: Realmente a língua é uma barreira, mas como 70% dos participantes do “Batalha dos Confeiteiros Brasil” entendem inglês, não há muito problema. Pois é, eu ainda não falo português. Nas gravações, utilizamos um ponto eletrônico e tradução simultânea. Por outro lado, acredito que o participante não precisa entender inglês para entender quando fico contente com um trabalho que ele realizou ou quando fico nervoso ou bravo diante de uma sobremesa malfeita.

EF: Por que decidiu realizar um programa no Brasil?
BV: Esta é a terceira vez que vim ao Brasil, e desde a primeira vez em que estive aqui, em 2014, os fãs brasileiros fazem eu me sentir em casa. Já viajei para dezenas de países, meus programas são exibidos em cerca de 200 países, e a recepção por aqui tem sido bem marcante. O que aconteceu no shopping Eldorado, quando centenas de pessoas foram até lá me ver, nunca tinha visto na vida.

EF: Como foi a sua temporada de um mês no Brasil?
BV: Foi bastante corrida. Gravamos o “Batalha dos Confeiteiros Brasil” em um mês, mas a final foi ao vivo, em dezembro. Ao mesmo tempo, deu para conhecer um pouco a cidade de São Paulo. Fui a vários restaurantes e acredito que tenha ganhado algum peso por aqui, pois em todo o lugar em que as pessoas me reconheciam, elas queriam me dar comida.

EF: O que você conhecia do Brasil antes de vir para cá?
BV: Eu conhecia aquilo que, eu acho, o mundo todo conhece: futebol, Carnaval, samba, Pelé, Ronaldo, mulheres bonitas, gastronomia.

EF: Que doce e/ou comida mais gostou de comer aqui no Brasil?
BV: Feijoada e bolo de cenoura.

EF: A que você credita todo o seu sucesso?
BV: Olha, confesso que não sei explicar. Nunca imaginaria que, em 2015, eu estaria no Brasil gravando um reality show e abriria uma loja. Por outro lado, nunca duvidei do trabalho que realizo. Quando decido fazer algo, eu injeto 100% do meu esforço nessa atividade. Fora isso, posso dizer que o alicerce de todo o meu trabalho é a minha família, que, inclusive, trabalha comigo.

EF: Qual o bolo que você mais gostou de fazer?
BV: O bolo inspirado no Transformers.

EF: Antes de apresentar um reality show, você participou de um programa desse gênero. Como foi essa experiência?
BV: Acho que toda experiência para aprender algo novo é bem-vinda. Ao participar desse programa, eu não fui vence- dor. Mas foi a partir dessa participação que alguém da produção me falou que eu era carismático e que poderia me dar bem como apresentador de um projeto de confeitaria.

EF: Como é trabalhar com os seus familiares?
BV: Trabalho é trabalho e é preciso administrar bem a loja. É preciso foco e determinação, independentemente se está trabalhando com a família ou não. Eu procuro estar por dentro de tudo o que acontece.

Buddy Valastro

Dê uma nota para a entrevista

0 votos

1 Estrela 2 Estrelas 3 Estrelas 4 Estrelas 5 Estrelas

Nota

Compartilhe essa entrevista

Imprimir